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Realizado roda de conversa com as acolhidas trabalhando como tema a relação de cada uma com as escolhas que ás levaram até a dependência química e a necessidade de escolher todos os dias pelo tratamento, por se manter em sobriedade. Jean-Paul Sartre fala, então que o homem está condenado a ser livre, condenado pois não há como ser livre sem fazer escolhas (boas ou ruins). E a não escolha também é uma escolha. Às vezes, podemos pensar que não escolher é uma anulação da responsabilidade de escolher. Porém, quando decidimos nada fazer, não nos posicionar, estamos fazendo uma escolha ou permitindo que outros decidam por nós mesmos. Enfatizando que estar em tratamento deve ser uma escolha de cada uma delas, e não da família. Elas são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da recuperação. Abrindo debate e troca de experiências com destaque á duas questões “Que escolhas você fez que o trouxe até aqui?” e “Quais foram as consequências das escolhas que vocês fizeram?”. Permitindo que refletissem sobre suas vivências e comprometimento com o tratamento, visto que cumprir 9 meses de acolhimento não significa estar em tratamento se não há mudança de pensamento e redirecionamento das escolhas em busca da recuperação.